quinta-feira, julho 12

Vou, não vou



Não vou perder meu tempo, tentando encontrar respostas para questões lúdicas...

Não vou me perder dentro de minhas próprias certezas, tornando-me assim, um ser pela metade. Racional e sem vontade.

Não vou chorar por aqueles que são felizes por ignorar a verdade. Talvez eu mesma fosse mais feliz se não solbesse de tantas coisas. Minha vida? Apenas um dia a dia sem questão, caminho ou solução.


Mentira. Se eu fosse ignorante, se não tivesse conhecimento de nada, ainda assim viveria dentro de um quarto sem janelas, ou portas...só paredes. Vive um questionador dentro de mim.


Por isso... Não vou dizer que não vou fazer uma série de coisas já predestinadas aqui, uma vez que em minha própria filosofia não consigo passar mais de cinco linhas sem entrar em uma bruta contradição...


Portanto, senhoras e senhores... Direi apenas que não vou limitar minha vontade de viver no 'vou, não vou' da questão.






Essa é a verdadeira questão.

quarta-feira, julho 11

Pra que título?


Não vivo no óbvio.

Crie um título. Pense...

O que parece?
Eu tenho mesmo que dizer?
Crie suas próprias 'antenas'.

Não estou aqui pra explicar nada.

Quero que você tente. Vamos ver o que sai daí. ok!?


segunda-feira, junho 11


"Eu não sou da sua rua, eu não sou o seu vizinho. Eu moro muito longe, sozinho. Estou aqui de passagem. Eu não sou da sua rua, Eu não falo a sua língua, minha vida é diferente da sua. Estou aqui de passagem. Esse mundo não é meu, Esse mundo não é seu."

Arnaldo Antunes.

terça-feira, junho 5

O fortuna.



"(...) Sors immanis
et inanis,
rota tu volubilis,
status malus,
vana salus
semper dissolibilis,
obumbrata
et velata
michi quoque niteris;
nunc per ludum
dorsum nudum
fero tui sceleris. (...)"





domingo, junho 3




Canta que é no canto que eu vou chegar.

Canta o teu encanto que é para eu me encantar.

Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você... Que explique a minha paz... Tristeza nunca mais...

sábado, junho 2

a falta que você me faz.


Juro, juro que já vou dormir, sabendo que são 4:19 a.m, e eu tenho aula amanhã relativamente cedo.

Ahh juro que essa é a última vez que espero desesperadamente por algo, alguma coisa que remova de dentro de mim essa agônia. Essa coisa que não me deixa dormir.
Os pelos, o gosto, o rosto...

Essa agônia que me mata por dentro. Que mostra para mim um lado do prazer que eu simplesmente não conhecia.


Ah. Devo ir,


partir.
Mas, antes... uma nostalgia básica de quem já está muito 'drogue' para dicernir o que vai postar no próprio blog, ou não.


Queimei.

Queimei o céu da boca
E ele anoiteceu
Depois, veio a chuva
E tudo acabou. Deixou;

Vontade, dor, saudade

A paz reinou;
Uma paz sem voz ativa,
Que logo me sufocou.

Mas, por que o céu da boca?





Há. Se ainda eu tivesse seu cheiro aqui comigo...

E eu aqui.


Karen dormindo.
E eu aqui.

Amor meu, em Caxias.
E eu aqui.

Vinícius se dando bem, e eu tirando 3.
Ou seja: e eu aqui.

Eu querendo saber o por que da minha nota, enquanto o professor dizendo :
"Segunda..segunda a gente vê.."


Hum. Segunda.
Hum.

Eu aqui.